Sempre ligado: a ascensão da computação em nuvem

Publicado originalmente em itbriefcase.net em 24 de março de 2016

O mercado de nuvem está em expansão. As nuvens públicas estão cedendo terreno para alternativas privadas e híbridas, enquanto startups de nicho estão descobrindo maneiras de aprimorar o armazenamento, a segurança e o acesso em nuvem. Para muitas empresas, no entanto, o cenário atual da nuvem é complicado e confuso — o que realmente está acontecendo, como chegamos aqui e o que o futuro reserva? Entenda o mercado com uma rápida olhada na ascensão — e no futuro — da computação em nuvem.

Uma breve história

A computação em nuvem é frequentemente considerada uma solução pós-ponto-com, mas suas raízes remontam a muito mais tempo, até meados da década de 1960 e à computação de mainframe. Aqui, terminais “fictícios” eram vinculados a um servidor central que completava todas as tarefas de processamento em alta velocidade. Troque conexões com fio por Wi-Fi, terminais fictícios por smartphones e PCs desktop mais potentes e você terá um esboço sólido dos ambientes atuais de computação em nuvem.

Como observado por Ajustes na nuvem, a moderna computação em nuvem decolou após o estouro da bolha pontocom no início dos anos 2000. Grandes centros de dados e empresas de Internet em rápida expansão tinham falido e queimado, e os fornecedores procuravam uma nova forma de fornecer e armazenar dados. Das ruínas dos impérios pontocom surgiram empresas como a Amazon e a Amazon Web Servics (AWS), seguidas por ferramentas como o EUCALYPTUS e organizações de código aberto como o OpenStack. Agora, mesmo agências governamentais estão migrando para a nuvem.

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Condições atuais

Com a tecnologia de nuvem agora madura o suficiente para lidar com cargas de trabalho governamentais seguras e atender aos padrões de conformidade de setores como saúde e finanças, o mercado está desfrutando de um período de crescimento sem precedentes. De acordo com Mashável, isso também significa diversidade de mercado. Por exemplo, 60% das empresas utilizam agora a nuvem para operações relacionadas com TI, com 82% a poupar dinheiro, graças à nuvem. Enquanto isso, o crescimento da nuvem híbrida e privada também está registrando ganhos significativos, com 56% das novas cargas de trabalho esperadas em um desses dois ambientes. Além disso, 82% das empresas optam agora por uma estratégia de múltiplas nuvens que lhes permite obter as funcionalidades e serviços de que necessitam de fornecedores separados, em vez de pagar por uma oferta completa que não corresponde às expectativas.

Quando se trata de gastos, prevê-se que as empresas gastem mais de US$ 20 bilhões em infraestrutura e plataformas de nuvem este ano, contra apenas US$ 15 bilhões no ano passado. Além disso, em apenas três anos, os gastos com nuvem aumentarão para mais de 10% do total dos orçamentos de TI das empresas – acima dos pouco mais de 6% deste ano. Enquanto isso, os grandes provedores estão presos em uma “corrida até zero” para ver quem consegue oferecer o preço mais baixo por serviços de computação confiáveis. Resultado final? As nuvens públicas são maduras, viáveis ​​e econômicas. Enquanto isso, as nuvens privadas e híbridas estão surgindo como investimentos estratégicos para ajudar as empresas a maximizar os gastos com TI e a criar o ambiente de nuvem ideal.

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A nuvem é o futuro!

Com as nuvens já sendo o padrão de fato para muitas operações empresariais, qual é o próximo passo na ascensão deste segmento tecnológico? Duas respostas vêm à mente: maior segurança e a Internet das Coisas (IoT). Como observado por CIO, empresas como a Microsoft estão agora lançando a ideia de trazer sua própria chave (BYOK), que tornaria empresas e funcionários responsáveis ​​pelo gerenciamento de suas chaves de acesso a dados em nuvem, chaves que nunca seriam armazenadas ou vistas por um provedor de nuvem. O grande benefício? Segurança total — mesmo que quisessem, os provedores de nuvem não poderiam revelar seus dados. A desvantagem? Perca suas chaves e elas desaparecerão para sempre.

A IoT, por sua vez, promete um futuro de dispositivos sempre conectados que fornecem um fluxo interminável de dados utilizáveis ​​aos servidores da empresa. Há aqui um enorme potencial para a tomada de decisões em tempo real e insights preditivos, mas a segurança pode ser o calcanhar de Aquiles da IoT: gerenciar esses dispositivos exigirá tempo, esforço e ferramentas capazes de corresponder à velocidade dos dados.

A computação em nuvem não é novidade no mercado, mas nos últimos 10 anos tem desfrutado de um crescimento acentuado e constante. As condições atuais giram em torno do preço, com as empresas focadas em aproveitar múltiplas nuvens para maximizar o ROI. No futuro, espere que dispositivos conectados e segurança robusta dominem o cenário da nuvem.

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